20 fevereiro 2012

ILUSTRARTES - Desfile de Carnaval

 As cores da ilustradora Danuta Wojciechowska andaram à solta pelas ruas da cidade, animadas pelos trajes usados pelos alunos do 1º ciclo no desfile de Carnaval, elaborados a partir do estudo das obras ilustradas por esta ilustradora. 
No âmbito do projeto Dá-nos Cor com Palavras dentro, Ilustrartes foi a temática que permitiu associar a ilustração à arte, numa união de cor e alegria, fomentando, previamente, o trabalho pedagógico de promoção do livro e o envolvimento das famílias.
Todos juntos celebrámos Danuta, cuja ilustração acrescenta poesia ao tanto que as palavras já dizem.


18 janeiro 2012


Na BE

A nossa Biblioteca viveu o Natal à sua maneira – rodeada de livros obviamente. Do saco vermelho do Pai Natal, deixado (?) na instalação patente na BE, saíram, todos os dias, livros subordinados à temática natalícia que imbuíram os pequenos utilizadores da fantasia própria da época.
Depois... a história “Sabes Maria, o Pai Natal não existe”, a mais recente publicação de Rita Taborda Duarte e Luís Henriques, propôs-nos uma visão original do Pai Natal, partindo do curioso pressuposto que, se algumas crianças não acreditam nele, ele também tem todo o direito de deixar de acreditar nelas, com as evidentes repercussões que este descrédito acarreta. Cheio de humor, em resultado da linguagem, das situações e da perspetiva selecionada, o livro constitui um ótimo pretexto para o diálogo sobre o significado simbólico do pai natal. As ilustrações exploram o jogo entre o preto e o branco e surgem ainda com alguns curiosos apontamentos a vermelho em locais e personagens claramente definidos, recriando as variações de humor e de estado de espírito verificadas na personagem do Pai Natal.
Se algumas dúvidas existiam, após as diversas sessões de animação de leitura desta história, todos foram unânimes em considerar como verdade inquestionável, a existência do Pai Natal. É que ninguém quer que lhe aconteça o mesmo que ao Frederico…
Os meninos do Pré-Escolar e 1ºs anos adoraram e recomendam!



29 novembro 2011

Concurso Nacional de Leitura 2011-2012



O dia de Halloween na nossa Biblioteca

Não foi um momento arrepiante, mas de promoção do livro e da leitura. A professora bibliotecária, Isabel Bravo, tendo como quadro de fundo uma fabulosa exposição de “Vassouras Leitoras” - Witche´s Broom Contest - leu de forma dramatizada a história, que anda de boca em boca, a ser contada à lareira “Os Dois Compadres”. Esta história como muitas outras do nosso património oral foi recolhida pela escritora  Maria Vitória Figueiredo e pode ser lida na obra Os Mais Belos Contos da Avozinha. As vassouras  não estavam lá por acaso! A convite da professora bibliotecária e dos professores de Inglês, Luís Conceição e Fátima Almeida, os aluno do 5º ano, aceitaram o desafio de participar num concurso de “Vassouras Leitoras”. Aconteceu na biblioteca escolar no dia 31 de Outubro! O Gonçalo Albino foi o vencedor do concurso. A Ana Leonor e a Maria Clarisse partilharam o segundo lugar e a vassoura da  Filipa Rainho foi premiada com o terceiro prémio. A sessão teria sido do outro mundo se a professora bibliotecária tivesse saído da biblioteca sentada numa vassoura leitora esvoaçante, mas isso não aconteceu!?



Halloween na Biblioteca

Dia das Bruxas? Dia das Fadas?
“Se há um dia das bruxas, por que razão não há de haver um dia das fadas?
É de estranhar, não acham?”
A divertida história “Malditas Bruxas” matizada pelas cores vibrantes de Danuta Wojciechowska e segredada por uma fadinha de asas azuis celeste ao nosso amigo, escritor António Torrado, explicou-nos a trapaça que as bruxas armaram para serem senhoras de um dia só delas.
 

 


Uma batotice pegada!
Para que não existissem dúvidas, misturaram-se turmas, misturaram-se alunos, tudo bem mexido em caldeirão a preceito. Desta mistela resultaram trabalhos com as conclusões mais fantásticas que se possam imaginar. A exposição de “Literatura Horrorosa” que esteve patente na BE, também ajudou a assustar muitas imaginações.
E foi assim que todos ficámos a perceber “como é que as donas bruxas conseguiram encaixar-se no meio de gente tão boazinha, elas que são umas pestes…
Bruxaria, está visto!”