12 abril 2012
20 março 2012
O Pequeno Grande ©
O Pequeno Grande ©
«[…]O
menino tinha olhos azuis, cabelo loiro e encaracolado e um sorriso de orelha a
orelha. Certo dia, esse sorriso de orelha a orelha desapareceu, tal fumo de uma
frondosa chaminé, pois os seus pais estavam separados! […]»
in
“Solução de Cor e Palavra”
Durante os meses de janeiro
e fevereiro - sessões de escrita criativa
- aconteceram, na biblioteca escolar, e muitas vezes, transpuseram-se para
a sala de aula. Os alunos da turma do 5º A, da Escola Básica de Vendas Novas nº
1, Ana Rita Oliveira; André Gomes; Gonçalo da Silva; Margarida Monteiro Marta
Alexandra e Rita Isabel foram os criadores de um livro de autor, com vista a participarem no concurso Pequeno Grande ©. As sessões de escrita criativa foram dinamizadas pela
professora bibliotecária Isabel Bravo. A ilustração da obra teve o contributo
peculiar dos rapazes do grupo, especialmente orientados, com todo o empenho e
profissionalismo, que todos conhecem, das professoras de EVT (Educação Visual
Tecnológica) Anabela Carapinha e Domitília Raposo. A acompanhar o bom trabalho
desenvolvido pelos alunos há sempre por detrás uma diretora de turma muito
profissional, que neste caso é a professora Catarina Romão.
Eis a sinopse da “nossa”
história…
É
a história de um menino, igual a muitos outros, dos nossos dias, que vive o
drama da separação dos pais. Eusébio descobre um portal na biblioteca, da sua
escola, e embarca numa viagem a um mundo por si fantasiado. Nesta jornada, Eusébio
consegue superar esta etapa, menos feliz da sua vida, através da amizade com um
novo amigo – um ser mitológico - chamado Grifo Grifo. Numa “vastíssima floresta
de dragoeiros multicoloridos” Eusébio e Grifo Grifo travam amizade com mais três
novos amigos: Lia, a menina amarela, Grandelua a menina de pele vermelha e
Shaka o menino de negra pele. Há um elemento comum a todos eles - todos têm um
problema – Grifo Grifo é órfão, Lia de nada se recorda, Grandelua é uma criança
desaparecida e Shaka tem casa, mas não tem lar. É ao som da harpa da deusa
Diana, na casa dos problemas, no Templo Romano de Diana, que os problemas dos
meninos e do Grifo Grifo se compõem. Através dos problemas dos amigos Eusébio
acaba por conviver melhor com o seu próprio drama. Ter os pais separados não é
o pior que nos pode acontecer “ […] a partir desse dia, viveu uma vida feliz
com os pais separados, mas amigos. […]”, com saudade do seu especial amigo Grifo Grifo.
A
nossa participação neste concurso, de cariz nacional, está registada através de
evidências publicadas pelos organizadores deste evento no seguinte endereço:
A Professora Bibliotecária
Isabel Bravo
20 fevereiro 2012
ILUSTRARTES - Desfile de Carnaval
As cores da
ilustradora Danuta Wojciechowska
andaram à solta pelas ruas da cidade, animadas pelos trajes usados pelos alunos
do 1º ciclo no desfile de Carnaval, elaborados a partir do estudo das obras
ilustradas por esta ilustradora.
No âmbito do
projeto Dá-nos Cor com Palavras dentro, Ilustrartes foi a
temática que permitiu associar a ilustração à arte, numa união de cor e alegria,
fomentando, previamente, o trabalho pedagógico de promoção do livro e o
envolvimento das famílias.
Todos juntos
celebrámos Danuta, cuja ilustração acrescenta poesia ao tanto que as palavras
já dizem.
14 fevereiro 2012
01 fevereiro 2012
18 janeiro 2012
A nossa Biblioteca viveu o Natal à sua
maneira – rodeada de livros obviamente. Do saco vermelho do Pai Natal, deixado
(?) na instalação patente na BE, saíram, todos os dias, livros subordinados à temática
natalícia que imbuíram os pequenos utilizadores da fantasia própria da época.
Depois... a história “Sabes Maria, o Pai Natal não existe”, a mais recente publicação de
Rita Taborda Duarte e Luís Henriques, propôs-nos uma visão original do Pai
Natal, partindo do curioso pressuposto que, se algumas crianças não acreditam
nele, ele também tem todo o direito de deixar de acreditar nelas, com as
evidentes repercussões que este descrédito acarreta. Cheio de humor, em resultado
da linguagem, das situações e da perspetiva selecionada, o livro constitui um
ótimo pretexto para o diálogo sobre o significado simbólico do pai natal. As
ilustrações exploram o jogo entre o preto e o branco e surgem ainda com alguns
curiosos apontamentos a vermelho em locais e personagens claramente definidos,
recriando as variações de humor e de estado de espírito verificadas na
personagem do Pai Natal.
Se algumas dúvidas existiam, após as diversas
sessões de animação de leitura desta história, todos foram unânimes em
considerar como verdade inquestionável, a existência do Pai Natal. É que
ninguém quer que lhe aconteça o mesmo que ao Frederico…
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