08 fevereiro 2013
06 fevereiro 2013
Outubro – Mês Internacional da Biblioteca Escolar
A sociedade que investe na biblioteca escolar investe no seu próprio futuro
Sob o tema aglutinador deste ano: Bibliotecas escolares: uma chave para o passado, presente e futuro, renovou-se a reflexão sobre a importância e o papel das bibliotecas no âmbito educativo.
Gerar e promover o conhecimento, perpetuando o legado que recebemos e nos identifica e, consequentemente, munir com as capacidades necessárias para construir a mudança, é um dos desígnios fundamentais das Bibliotecas Escolares.
Foi essa a conclusão maior a que chegaram os alunos, durante as diversas sessões de Formação de Utilizadores que decorreram, ao longo do mês de outubro, nas Bibliotecas das EB nº1 e nº2. Do 1º ao 5º ano, os alunos tomaram consciência do contributo que as Bibliotecas das suas escolas poderão ter no seu conhecimento e concluíram que os livros são mesmo uma chave para a sabedoria. Papel importante na transmissão desta mensagem, teve a Fada Palavrinha, personagem saída do imaginário da escritora Luísa Ducla Soares, e que…
Ao agitar sobre os livros
A varinha de condão
Pôs todos a pensar
E a ter imaginação
Natal na biblioteca
As Bibliotecas Escolares das EBVN nº1 e nº2 abriram portas ao espírito natalício e, com a sua atividade BiblioNatal, levaram aos alunos sessões de animação de leitura e momentos de escrita criativa que deram voz e sentidos às palavras das histórias trabalhadas.
Do livro “Histórias de Natal” de Fabrice Lelargé, foi explorada a divertida história “A Dieta” que alia texto e ilustração a uma desmontagem hilariante do convencional Pai Natal.
Mas… porque, infelizmente, a magia da quadra ainda não é extensiva a todos os seres humanos, foi proporcionado aos mais pequenos, olhares sobre outras realidades menos confortáveis. Os meninos de rua, que habitaram os filmes visionados pelas diversas turmas, despertaram consciências e motivaram reflexões. Reflexões simples mas profundas, que enriqueceram o sentido cívico de cada um. Porque esta, também é a Missão da Biblioteca Escolar.
Se uns leram, outros escreveram. Foi dado, como mote aos alunos, o início de um conto de Natal retirado do livro “Bom Natal, Pai Natal”, de José Jorge Letria. Leram… pensaram… e continuaram esse mesmo conto. Cada aluno partilhou/contribuiu com sua parte para o conto, a história foi crescendo e o tema do Natal constou em todas estrelas de textos.
No conjunto, as Bibliotecas Escolares celebraram o Natal “oferecendo” aos alunos: leitura, reflexão, partilha e escrita. Tudo embrulhado em Contos de Natal!
30 janeiro 2013
garatujas - número 25
A Edição de início do ano, está disponível, desfrutem e deixem-nos os V/ comentários
04 dezembro 2012
de regresso
depois de uma paragem longa demais em breve regressaremos com notícias, informações, textos e muita escrita sobre a nossa biblioteca;
esperem por nós que vai valer a pena...
05 junho 2012
VIII JOGOS FLORAIS INTERESCOLAS
A
música e as palavras andaram de mãos dadas em mais uma edição dos Jogos
Florais Interescolas. Foi no dia 16 de maio que a Festa da Palavra voltou
a reunir, no Auditório Municipal, para a cerimónia de entrega de prémios, os alunos do Agrupamento Vertical de Escolas de Vendas Novas,
da Escola Secundária e do Colégio Laura Vicuña, desde o 4º ano até ao 12º ano e
que, empenhadamente, participaram nesta grande maratona da escrita.
Cento
e vinte e dois alunos do nosso Agrupamento escreveram, quer na modalidade de
prosa, quer na de poesia, revelando um notável desempenho e tendo obtido vários
prémios.
E…
chamar-lhes textos é exíguo, não diz o seu trabalho. Cada uma das páginas
escritas revelou as marcas infantis ou adolescentes, em forma de palavras que
foram brinquedo, sonho ou fantasia, mas também gesto, posição ou grito.
A
todos os participantes e premiados MUITOS
PARABÉNS!
17 maio 2012
Deu-nos Cor com Palavras dentro…
Em
Danuta, nada é linear, tudo é poético.
O dia 19 de abril, acordou chuvoso
e cinzento, mas
não esmoreceu o entusiasmo de quem esperava por Danuta Wojciechowska.
As expetativas não foram
defraudadas e, em Danuta, descobrimos a criança adulta, que nos encantou e se deixou encantar. A nossa ilustradora, como carinhosamente lhe chamámos, apresentou-se
em toda a sua simplicidade, simpatia e dádiva, vibrando a cada momento que lhe
foi oferecido, a cada pincelada de cor pintada pelos mais pequenos, a cada
olhar e pergunta de curiosidade.
Danuta ouviu e olhou a cor com movimento,
no Centro Educativo, que a recebeu com o testemunho do muito trabalho efetuado,
ao longo de vários meses, a partir das suas fantásticas ilustrações: exposições; filme do desfile de Carnaval, onde as cores de Danuta arco-irisaram
as ruas da nossa cidade; leituras dançadas que
aqueceram de ritmos africanos as palavras que vivem em “O Gato e o Escuro”,
“Ynari, a Menina das Cinco Tranças” e “O Beijo da Palavrinha”. Recebeu ofertas, carinhosamente, preparadas pelos alunos,
destacando-se os livros coletivos, fruto do trabalho colaborativo entre texto e
ilustração, elaborado pelas turmas dos quartos e sextos anos e, finalmente,
autografou os inúmeros livros, que muitos fizeram questão de acrescentar às
suas bibliotecas pessoais.
Ao almoço, servido no refeitório
da escola sede, Danuta olhou a cor com sabor. As paredes
refletiam um caleidoscópio de cores, inspiradoras das maquetas dos marcadores,
que coloriram os tabuleiros das refeições servidas.
O dia continuou e os mais
crescidos proporcionaram à ilustradora ouvir palavras com cor através da
dramatização, acompanhada de sons musicais produzidos pelos alunos, de “O Voo do Golfinho”. De seguida, por breves momentos, os
alunos do 7ºC deram mais cor ao momento, partilhando a sua experiência como
ilustradores através da história “SOS Morcego”. E continuámos… Todos quiseram saber e puseram questões, dedicadamente, respondidas por Danuta, que ainda ajudou à cerimónia de entrega
dos prémios do Concurso de Vassouras
Leitoras, Concurso Nacional de Leitura e Concurso de Escrita Criativa. Espalhou-se
mais um pouco de cor quando Danuta autografou os seus livros.
Danuta coloriu ainda mais o
colorido que lhe oferecemos. Ficaram-nos as suas palavras de despedida – Nunca
mais vos vou esquecer!
Parafraseando Ondjaki, agradecemos
a Danuta por nos ter emprestado gotas dos seus sonhos.
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